DOSES DE AZOSPIRILLUM BRASILENSE NA PRODUTIVIDADE DO MILHETO
DOI:
https://doi.org/10.36674/agrovetsulminas.v9i1.1153Palavras-chave:
Fixação biológica, Agricultura sustentável, InoculanteResumo
O presente trabalho avaliou o efeito de diferentes doses do inoculante microbiano Azospirillum brasilense na produtividade do milheto (Pennisetum glaucum L.), cultura de grande relevância econômica e ambiental no Brasil. O ensaio foi conduzido na Fazenda Colibri, em Cruzília – MG, com delineamento em blocos casualizados contendo cinco tratamentos e cinco repetições. As doses testadas foram de 0 ml (testemunha), 10ml, 20ml, 30ml e 40ml, todas aplicadas via pulverização manual. Foram avaliadas as variáveis massa fresca da parte aérea, massa seca da parte aérea, comprimento do sistema radicular e produtividade (ton/ha) da cultura. Os resultados demonstraram diferenças significativas entre os tratamentos para todas as variáveis analisadas. Observou-se incremento progressivo nos valores médios de massa fresca e seca, comprimento do sistema radicular e produtividade à medida em que se aumentaram as doses do inoculante, sendo que a dose de 40 ml/ha?¹ foi que proporcionou maior desenvolvimento das plantas de milheto. O inoculante a base Azospirillum brasilense influenciou diretamente no incremento das características fitoténicas de plantas de milheto quando do aumento da dose em condições de campo. Não foi possível evidenciar a dose limite desse incremento nos dados filotécnicos das plantas de milheto, sendo que a dose de 40 ml/ha permitiu maior desenvolvimento das plantas.