WHAT MOTIVATES TEENAGERS TO ENGAGE IN PHYSICAL EXERCISE AT THE GYM?
DOI:
https://doi.org/10.36674/mythos.v17i2.1040Keywords:
Physical exercises. Adolescence. Motivation. Esthetics., Body image, Adolescent behavior, Regular physical activity, Extrinsic motivation, Adolescent healthAbstract
This study aimed to investigate the factors that motivate adolescents to seek gyms for physical exercise practice. A quantitative, descriptive, cross-sectional field study was conducted with a convenience sample of 95 adolescents of both sexes, aged 13 to 17 years, enrolled in or with prior experience in gyms in the municipality of Varginha, Minas Gerais, Brazil. Data were collected through a structured online questionnaire developed by the researchers, including questions on sample characterization and the main motivational factor for gym-based exercise. Descriptive statistical analysis was performed using absolute and relative frequencies. The results showed a higher participation of males, a predominance of adolescents aged 15 to 17 years, and up to one year of gym practice. The main motivational factor identified was the desire to improve body aesthetics. It is concluded that aesthetic motivation plays a central role in adolescents’ adherence to gym-based physical exercise. Further studies with larger and more representative samples are recommended.
References
Artmann, T. H. (2015). Atividade física: conhecimento, motivação e prática de atividade física em adolescentes [Trabalho de conclusão de curso, Faculdade Dom Bosco]. Santa Rosa, RS. https://bibliodigital.unijui.edu.br/items/1efc5274-8a68-43ff-bc8c-28f840e12a47
Brasil. (2017). Estatuto da Criança e do Adolescente. Rio de Janeiro: Centro de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente. https://cedecarj.org.br/wp-content/uploads/2023/05/ECA2023_VersaoSite.pdf
Carvalho, R. S., Amaral, A. C. S., & Ferreira, M. E. C. (2009). Transtornos alimentares e imagem corporal na adolescência: Uma análise da produção científica em psicologia. Psicologia: Teoria e Prática, 11(3), 200-223. URL: https://pepsic.bvsalud.org/pdf/ptp/v11n3/v11n3a15.pdf
Ceschini, F. L., & Figueira Júnior, A. (2008). Prevalência de atividade física insuficiente e fatores associados em adolescentes. Revista Brasileira de Ciência e Movimento, 16(3). https://doi.org/10.18511/rbcm.v16i3.934
de Oliveira, A. J. F., et al. (2010). Atividade física e fatores associados em adolescentes do ensino médio de Curitiba, Brasil. Revista de Saúde Pública, 44(6). https://doi.org/10.1590/S0034-89102010000600002
Dowda, M., Ainsworth, B. E., Addy, C. L., Saunders, R., & Riner, W. (2001). Environmental influences, physical activity, and weight status in 8- to 16-year-olds. Archives of Pediatrics & Adolescent Medicine, 155(6), 711-717. DOI: https://doi.org/10.1001/archpedi.155.6.711
Dunker, K. L. L., Fernandes, C. P. B., & Filho, D. C. (2009). Influência do nível socioeconômico sobre comportamentos de risco para transtornos alimentares em adolescentes. Jornal Brasileiro de Psiquiatria, 58, 156–161. DOI: https://doi.org/10.1590/S0047-20852009000300004
Eisenstein, E. (2005). Adolescência: definições, conceitos e critérios. Adolescência & Saúde, 2(2), 6–7.
Farias Jr. J, Lopes A. (2004). Comportamentos de risco relacionados à saúde em adolescentes. Revista Brasileira Ciência e Movimento. 12(1):7–12. DOI: https://doi.org/10.18511/rbcm.v12i1.535
Gallahue, D. L., Ozmun, J. C., & Goodway, J. D. (2013). Compreendendo o desenvolvimento motor: bebês, crianças, adolescentes e adultos (7ª ed.). AMGH Editora.
Hallal, P. C., et al. (2012). Prática de atividade física e fatores associados em adolescentes no Nordeste do Brasil. Revista de Saúde Pública, 46(3), 505–515. https://doi.org/10.1590/S0034-89102012005000031
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)/Ministério da Saúde. (2023). Tendência temporal de atividade física em adolescentes brasileiros: análise da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar de 2009 a 2019. Cadernos de Saúde Pública, 39(10), e00063423. https://doi.org/10.1590/0102-311XPT063423
Farias Júnior, J. C., Lopes, A. da S., Mota, J., & Hallal, P. C. (2012). Prática de atividade física e fatores associados em adolescentes no Nordeste do Brasil. Revista de Saúde Pública, 46(3), 505–515. DOI: https://doi.org/10.1590/S0034-89102012005000031
Lazzoli, J. K., Nóbrega, A. C. L., Carvalho, T., Oliveira, M. A. B., Teixeira, J. A. C., Leitão, M. B., … Matsudo, V. (1998). Atividade física e saúde na infância e adolescência. Revista Brasileira de Medicina do Esporte, 4(4), 107-109. DOI: https://doi.org/10.1590/S1517-86921998000400002
Lima, F. É. B., et al. (2018). Imagem corporal e treinamento de força: uma percepção das adolescentes. Revista Biomotriz, 12(3), 27-39. URL: http://revistaeletronica.unicruz.edu.br/index.php/BIOMOTRIZ/index
Lima D. F., Souza D. C., Machado D., Sampaio A. A. (2024). Curitiba, se há menos mulheres que homens pedalando: é necessário repensar a infraestrutura. Revista de Saúde Pública do Paraná, 7(1), 1-7. http://revista.escoladesaude.pr.gov.br/index.php/rspp/article/view/886
Liz, C. M. de, Azevedo, J. N., Vilarino, G. T., Dominski, F. H., & Andrade, A. (2015). Os motivos da prática de treinamento de força diferem em relação à idade do praticante. Caderno de Educação Física e Esporte, 13(1), 1–7. https://dialnet.unirioja.es/descarga/articulo/7956787.pdf
Malta, D. C., et al. (2010). Atividade física e comportamento sedentário em adolescentes estudantes do ensino médio. Revista Brasileira de Epidemiologia, 13(1). https://doi.org/10.1590/S1415-790X2010000100010
Mello, M. T., et al. (2005). O exercício físico e os aspectos psicobiológicos. Revista Brasileira Medicina do Esporte. 11(3), 203-207. Doi: https://doi.org/10.1590/S1517-86922005000300010
Moura, A. R. L. I., Moura, M. N., Gomes, J. L. B., Carvalho, F. O., & Moraes, J. F. V. N. (2021). Nível de atividade física, tempo de tela e duração do sono de acordo com dados sociodemográficos de escolares. Saúde e Pesquisa, 14(2), 425-435. Doi: https://doi.org/10.17765/2176-9206.2021v14n2e8993
Silva, M. P. D., Fontana F., Campos J. G., Mazzardo O., Lima D. F., Paludo A. C., Campos W. (2021). Time trends of physical inactivity in Brazilian adults from 2009 to 2017. Revista Associação Médica Brasil, 67(5), 681-689. Doi: https://doi.org/10.1590/1806-9282.20201077
Seabra, A. F., et al. (2008). Determinantes biológicos e socioculturais associados à prática de atividade física de adolescentes. Cadernos de Saúde Pública, 24(4), 721-736. Doi: https://doi.org/10.1590/S0102-311X2008000400002
Tenório, M. C. M., et al. (2010). Atividade física e comportamento sedentário em adolescentes estudantes do ensino médio. Revista Brasileira de Epidemiologia, 13(1), 105-117. Doi: https://doi.org/10.1590/S1415-790X2010000100010
Vieira, V. C. R., Priore, S. E., & Fisberg, M. (2002). A atividade física na adolescência. Adolescência Latinoamericana. 3(1), 1-16. URL: https://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/lil-325469
Weinberg, R. S., & Gould, D. (2016). Fundamentos da psicologia do esporte e do exercício (6ª ed.). Artmed.
Downloads
Published
How to Cite
Issue
Section
License
Copyright (c) 2025 Caroline Rosa Moreira, Luis Gustavo Rabello, Henrique Menezes Touguinha, Patrick Costa Ribeiro-Silva

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Since January of 2024, the authors retain the copyright relating to their article and grant the journal Mythos, from FEPESMIG, the right of first publication, with the work simultaneously licensed under the Creative Commons Attribution 4.0 International license (CC BY 4.0), as stated in the article’s PDF document. This license provides that the article published can be shared (allows you to copy and redistribute the material in any medium or format) and adapted (allows you to remix, transform, and create from the material for any purpose, even commercial) by anyone.

















